| Seminários Digitópia |
 |
|
|
|
Seminários Digitópia I - Introdução à Programação em Max/Msp José Alberto Gomes 3, 4 e 5 OUTUBRO Primeira linguagem de programação gráfica para música e som criada nos idos anos 80, o Max/MSP tem evoluído continuamente. Incentivando um processo de criação intuitivo, esta ferramenta prescinde das habituais instruções em texto ao propor um modelo de comunicação gráfico. Bastante fácil de usar, possibilita um estilo de programação rápido e com resultados imediatos, servindo de plataforma para a criação de programas com diferentes intuitos, tais como compor, improvisar ou, até, tocar ao vivo. Este seminário abrirá horizontes para a concepção de novas formas de fazer música, criar sons inauditos ou concretizar interfaces de expressão musical personalizadas.
II - Introdução à Programação em Procesing Rui Penha 5, 6 e 7 DEZEMBRO A Música atreve-se por outras artes e vice-versa. Concebido em 2001 como ferramenta gráfica para estudantes de Arte e Design, onde estes pudessem conhecer e experimentar formas digitais num contexto visual, o Processing é um software livre que rapidamente se expandiu por outros segmentos criativos. Hoje é utilizado um pouco por todo o mundo para criar design gráfico, vídeo, música, instalações, sítios Web, visualização de dados e tudo o mais que a imaginação dos seus utilizadores permitir. Neste seminário o Processing é explorado enquanto ferramenta para a criação de interfaces de expressão musical, naturalmente assente numa forte componente gráfica - vê-se para fazer música.
III - Introdução à Programação em SuperColider Filipe Lopes 13, 14 e 15 FEVEREIRO Uma linguagem baseada em código, tal como o Processing, mas direccionada em absoluto para o som, o SuperCollider é uma ferramenta de programação para síntese em tempo real de áudio e composição algorítmica. Criada no final dos anos 90, esta é uma linguagem versátil e fácil de manipular, que abre as possibilidades de criação, interpretação e exploração de novos timbres e processos de composição.
IV - Introdução à Programação em Pure Data Ángel Faraldo 17, 18 e 19 ABRIL A similitude do processo de comunicação gráfica acusa o grau de parentesco entre o Pure Data e o Max/MSP: ambos foram concebidos pelo mesmo autor, Miller Puckette. A partir de uma raiz comum desenvolveram-se duas ferramentas ao serviço da música cuja evolução, esta sim diferenciada, obedece à lógica do mercado - enquanto o Max/ MSP é um programa comercial, do qual são lançadas sucessivas actualizações, o Pure Data é uma solução "open source" para quem deseja, sem quaisquer encargos, usufruir de uma linguagem de programação bastante fácil de usar que permite, através de um modelo gráfico e interactivo, compor, improvisar ou tocar de formas muito variáveis.
V - Connected Making Peter Kirn 4, 5 e 6 JUNHO E se fazer música ou criar imagens em tempo real fossem actividades tão fáceis de disseminar como os SMS's ou o Twitter? E se todos os artefactos e software criativos comunicassem entre si através da internet? Neste seminário iremos abordar ferramentas que potenciam a comunicação em rede de instrumentos musicais e visuais, utilizando vários protocolos de internet e o OSC - Open Sound Control - para tornar o seu computador um pouco menos solitário. Passando além das limitações de ferramentas tradicionais como o MIDI, veremos o que acontece quando um grupo de pessoas colabora num só desenho ao mesmo tempo, envia mensagens entre aplicações com funcionalidades distintas ou constrói uma melodia utilizando vários computadores e telemóveis. Durante o seminário será utilizado o Processing, tema de um seminário anterior, não sendo contudo necessária qualquer experiência prévia em programação.
SÁBADO, DOMINGO e SEGUNDA 11:00-13:00 e 14:30-17:00 Músicos, Designers Gráficos, Artistas Digitais DIGITÓPIA 15 | Seminário
|
|
|
|