Pierre Boulez

Montbrison, 26 de Março de 1925

  • Nascido em 1925 em Montebrison (Loire), Pierre Boulez estudou harmonia com Olivier Messiaen no Conservatório de Paris. Foi nomeado director da música de cena na Companhia Reanud-Barrault em 1946. Preocupado com a difusão da música contemporânea e com a evolução do público e da criação, Pierre Boulez fundou, em 1954, os concertos do Domaine Musical (que dirigiu até 1967), e em 1976 o Institut de Recherche et Coordination Acoustique/Musique (IRCAM) e o Ensemble intercontemporain. Paralelamente, desenvolveu uma carreira internacional de maestro e foi nomeado, em 1971, Maestro Titular da Orquestra Sinfónica da bbc e Director Musical da Orquestra Filarmónica de Nova Iorque. Director do IRCAM até 1991, professor do Collège de France de 1972 a 1995, Pierre Boulez é autor de numerosos escritos sobre a música. Convidado regular dos festivais de Salzburgo, Lucerna, Edimburgo e Aix-en-Provence, dirige as grandes orquestras mundiais – Chicago, Cleveland, Londres, Berlim, Viena, Los Angeles – para além do Ensemble intercontemporain. O ano do seu 70º aniversário ficou marcado por uma digressão mundial com a Orquestra Sinfónica de Londres e a produção de Moisés e Aaron na Ópera de Amesterdão, com encenação de Peter Stein. Convidado pelo Festival d’Art Lyrique d’Aix-en-Provence, em Julho de 1998, dirigiu uma nova produção de Barba Azul de Bartók, em colaboração com a coreógrafa Pina Bausch. Uma grande série de concertos com a Orquestra Sinfónica de Londres, na Europa e nos Estados Unidos, colocando em perspectiva o repertório orquestral do séc. XX, dominou os oito primeiros meses do ano do seu 75º aniversário. Simultaneamente compositor, autor, fundador e maestro, Pierre Boulez recebeu numerosas distinções: Prémio da Fundação Siemens, Prémio Leonie Sonning, Prémio Imperial do Japão, Polar Music Prize, Prémio Grawemeyer (pela composição de Incises) e Grammy para a melhor composição contemporânea, pela obra Répons. Entre os galardões mais recentes, foram-lhe atribuídos os prémios Kyoto Prize (2009) e Edison Award (2010). As gravações de obras de Pierre Boulez constituem uma importante discografia, compreendendo o seu catálogo mais de trinta obras, das peças para solista (Sonata para Piano, Dialogue de l’ombre double para clarinete, Anthèmes para violino) às obras para grande orquestra e coro (Le Visage nuptial, Le Soleil des eaux), ou para agrupamentos instrumentais e electrónica (Répons, ...explosante-fixe...). Enquanto maestro, Pierre Boulez grava para a prestigiada editora Deutsche Grammophon.


    2013

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