Olari Elts

Tallinn, 1971

direcção musical

  • Olari Elts conquistou grande respeito no panorama musical internacional graças ao seu estilo de programação singular e imaginativo. Trabalha regularmente com agrupamentos como a Sinfónica de Seattle, Sinfónica de Viena, Sinfónica da Cidade de Birmingham, Orquestra Nacional de Gales da BBC, Sinfónica NDR de Hamburgo, Sinfónica da Rádio SWR de Estugarda, Staatskapelle Weimar, Sinfónica da Rádio Finlandesa, Sinfónica Nacional Dinamarquesa, Filarmónica da Rádio dos Países Baixos, Orquestra Nacional de Lyon, Sinfónica do Porto Casa da Música, Sinfónica Yomiuri Nippon, Filarmónica da Malásia e Sinfónica de Melbourne.

    Em 2016/2017, estreia-se com a Orquestra da Gewandhaus de Leipzig e dirige a Orquestra Nacional da Radio France (Festival Paris Presence), a Sinfónica de Seattle e a Orquestra Nacional de Artes de Otava (incluindo a estreia mundial de Diary of Virginia Woolf de Gary Kulesha). Apresenta-se também como maestro convidado à frente da Orquestra Filarmónica de Helsínquia, Weimar Staatskapelle, Nacional Sinfónica da Letónia, Sinfónica do Porto Casa da Música, Sinfónica de Lahti e Filarmónica de Tampere.

    Olari Elts é também reconhecido pelo seu trabalho com agrupamentos de câmara e recebeu óptimas críticas pelos concertos na última temporada com a Orquestra de Câmara Escocesa. Nesta temporada, continua o seu projecto de gravação da obra de Erkki-Sven Tüür com a Tapiola Sinfonietta, incluindo o Concerto para viola d’arco com o solista Lawrence Power. Colabora regularmente com solistas como Jean-Efflam Bavouzet, Olli Mustonen, Jean-Yves Thibaudet, Simon Trpčeski, Stephen Hough, Isabelle Faust, Baiba Skride, Gautier e Renaud Capuçon, Sol Gabetta, Alban Gerhardt, Kari Kriikku, Martin Grubinger, Sally Matthews e Lilli Paasikivi.

    No domínio da ópera, dirigiu com sucesso uma nova produção de Eugene Onegin para a Arctic Opera, com uma digressão pela Noruega em Fevereiro de 2015. Dirigiu várias produções na Ópera Nacional da Estónia, incluindo Albert Herring de Britten, Il Trittico de Puccini, bem como Don Giovanni e Idomeneo de Mozart com as Orquestras Sinfónicas Nacionais da Estónia e da Letónia. Em 2010, dirigiu La Damnation du Faust de Berlioz na Ópera de Rennes.

    A paixão de Elts pela música do seu compatriota Erkki-Sven Tüür foi marcada pela edição de um disco monográfico do compositor estónio, em 2014, incluindo a Sinfonia n.º 5 para guitarra eléctrica, orquestra e big band e o Concerto para acordeão Prophecy (Ondine).

    Olari Elts mantém-se como Maestro Convidado Principal da Orquestra Sinfónica Nacional da Estónia. Entre os cargos que ocupou anteriormente, incluem-se os de Maestro Convidado Principal da Orquestra Filarmónica de Helsínquia (2011-2014), da Orquestra da Bretanha (2006-2011) e da Orquestra de Câmara da Escócia (2007-2010); e Maestro Titular da Orquestra Sinfónica Nacional da Letónia (2001-2006).

    Olari Elts nasceu em Tallinn, em 1971. É fundador do agrupamento de música contemporânea NYYD Ensemble.

     


    2017

  • Obras relacionadas

      • Ordernar por

    • more
  • Ver & Ouvir

  • Documentos
    Documentos associados