Olari Elts

Tallinn, 1971

direcção musical

  • Olari Elts conquistou grande respeito no panorama musical internacional graças ao seu estilo de programação singular e imaginativo. Trabalha regularmente com agrupamentos como a Orquestra da Gewandhaus de Leipzig, a Filarmónica de Roterdão, a Sinfónica de Viena, a Sinfónica da Cidade de Birmingham, a Sinfónica Nacional Dinamarquesa, a Filarmónica da Rádio dos Países Baixos, a Orquestra Nacional de França, a Orquestra Nacional de Lyon, a Sinfónica do Porto Casa da Música, a Sinfónica de Seattle, a Orquestra do Centro Nacional de Artes de Ottawa, a Sinfónica Yomiuri Nippon, a Filarmónica da Malásia e a Sinfónica de Melbourne. Colabora com solistas como Jean-Efflam Bavouzet, Gautier e Renaud Capuçon, Brett Dean, Isabelle Faust, Alban Gerhardt, Martin Grubinger, Martin Helmchen, Stephen Hough, Felix Kleiser, Kari Kriikku, Sally Matthews, Karita Mattila, Maxim Rysanov, Baiba Skride, Lara St. John, Simon Trpčeski e Antoine Tamastit. 

    Na temporada de 2017/18, Elts regressa à Sinfónica da Rádio Finlandesa, à Orquestra de Câmara Escocesa, à Orquestra RTE de Dublin, à Orquestra do Ulster, às Filarmónicas de Varsóvia, da Eslovénia (Llubljana) e Robert-Schumann (Chemnitz) e estreia-se com a Filarmónica de Seul. No que respeita ao cruzamento de géneros, apresenta-se na Konzerthaus de Berlim com uma produção de teatro musical de Sonho de Uma Noite de Verão, combinando as obras de Mendelssohn e Shakespeare, ao lado da companhia de teatro NO99 de Tallinn. Celebrando o centenário de Leonard Bernstein, Elts dirige o cine-concerto Há Lodo no Cais com a interpretação ao vivo da banda sonora do filme, com a Orquestra Filarmónica do Luxemburgo e com a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música. 

    Nesta temporada prossegue o projecto de gravação de obras do compositor estónio Heino Eller, entre as quais o seu Concerto para violino com Baiba Skride e a Filarmónica Nacional da Estónia. A discografia de Olari Elts para a Ondine inclui um disco recente de obras de Erkki-Sven Tüür, ao lado da Tapiola Sinfonietta, com o Concerto para viola interpretado por Lawrence Power, e ainda a edição da Sinfónica n.º 5 para guitarra eléctrica, orquestra e big band e do Concerto para acordeão Prophecy, ambas também de Tüür. Conquistou os maiores elogios a sua gravação de arranjos de Brahms (Detlev, Berio), de 2016, com a Filarmónica de Helsínquia. 

    No domínio da ópera, Elts dirigiu uma nova produção de Eugene Onegin para a Arctic Opera em digressão pela Noruega, em 2015, e títulos como Albert Herring de Britten e Il Trittico de Puccini na Ópera Nacional da Estónia; Don Giovanni e Idomeneo de Mozart com as Orquestras Nacionais da Letónia e da Estónia; e La Damnation du Faust de Berlioz na Ópera de Rennes.

    Olari Elts é Conselheiro Artístico da Kymi Sinfonietta  e Maestro Convidado Principal da Orquestra Sinfónica Nacional da Estónia. Foi Maestro Convidado Principal da Filarmónica de Helsínquia (2011-2014), da Orquestra da Bretanha (2006-2011) e da Orquestra de Câmara da Escócia (2007-2010); e Maestro Titular da Orquestra Sinfónica Nacional da Letónia (2001-2006). Nasceu em Tallinn, em 1971, e é fundador do agrupamento de música contemporânea NYYD Ensemble.

     

     


    2018

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