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  • José Soares, inicia os seus estudos musicais na Sociedade Filarmónica Santanense, no concelho da Figueira da Foz. Em 2001 ingressa no Conservatório de Música David de Sousa (Figueira da Foz) com o professor José Firme; em 2007 entra para a Escola Profissional de Música de Espinho (EPME) sob a supervisão dos professores Francisco Ferreira, Gilberto Bernardes e Fernando Ramos. Prossegue assim os seus estudos musicais ingressando na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo (ESMAE), na área de saxofone jazz na classe do professor Mário Santos, tendo também a oportunidade de trabalhar com professores como Nuno Ferreira, José Pedro Coelho, Abe Rábade, Michael Lauren, Paulo Perfeito, entre outros.

    Ao longo do seu percurso musical frequentou masterclasses e workshops com diferentes artistas tais como: Dick Oatts, Chris Cheek, Mark Turner, Chris Lightcap, Kendrick Scott, Phil Markowitz, Tony Malaby, Aaron Parks, Danilo Perez, Ralph Alessi, entre outros. Soares lidera o seu quarteto em Portugal que conta com a presença de Mané Fernandes, Francisco Brito e Marcos Cavaleiro. Os seus outros projectos em Amsterdão contam com a participação Fuensanta Mendez (México) e Alistair Payne (Escócia) em trio; Harmen Fraanje (Duo), Joris Roelofs, Jort Terwijn e Giacomo Camiletti e Youngwoo Lee em Quinteto; é co-líder do trio Soares| Hong| Mueller.

    Além dos seus projectos, é membro integrante de várias formações, em Portugal e no estrangeiro, em diversos estilos musicais com quem tem registado o seu trabalho, como por exemplo: Ensemble Super Moderne, Guy Salamon Group, Youngwoo Lee Quartet, Pedro Melo Alves’ Omniae Ensemble, João Mortágua’ AXES, Mané Fernandes’ The Mantra of the pHat Lotus, Liquid Identities, Adrian Moncada Sextet, Jeffery Davis Quinteto (For Mad People Only), João Grilo’ HVIT, Eduardo Cardinho Quinteto (Black Hole), Old Mountain, entre outros.

    Entre as colaborações especiais de Soares destacam-se as seguintes: vencedor do melhor disco de Jazz Português (Jazz Logical, 2015) com Ensemble Super Moderne; melhor disco de Jazz Português (Jazz.pt 2017) com Pedro Melo Alves’ Omniae Ensemble; melhor disco nacional com João Mortágua’ AXES (JazzLogical, 2017) vencedor do Keep an Eye Records (2018) com Guy Salamon Group (Amsterdão); finalista do Keep an Eye Foundation com Liquid Identities (Amsterdão, 2019). Em Dezembro de 2019, José apresenta-se em nome próprio (a convite da Associação Porta-Jazz, Porto) ao lado de Harmen Fraanje e Joris Roelofs, dois nomes de renome internacional. Conta ainda a participação enquanto solista convidado (Novembro de 2018) com a Orquestra de Jazz de Matosinhos, com a Orquestra de Jazz de Espinho e Hermeto Pascoal, a Orquestra Clássica de Espinho e a Jazz Orchestra of the Concertgebouw.

     


    2020

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