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  • A nomeação de Diana Tishchenko como Rising Star pela ECHO, para a temporada 2020/21, testemunha o valor que lhe é atribuído pela crítica e pelo público. Nessa qualidade, vai apresentar-se em recital nas salas mais importantes da Europa. O seu disco de estreia para a Warner Classics, uma homenagem a Ravel, Ysaye, Enescu e Prokofieff, recebeu a aclamação unânime da crítica.

    Entre os seus compromissos passados e futuros incluem-se concertos com a Sinfónica Alemã em Berlim, as Sinfónicas de Hamburgo, Xangai, Taipé e Shenzhen, a Orquestra de Câmara de Munique, a Orchestre National dlle de France, a Orchestre National des Pays de Loire e as Filarmónicas de Estrasburgo e Baden-Baden; sob a direcção de prestigiados maestros como Long Yu, Lahav Shani, Eliahu Inbal, Joshua Weilerstein, Yaron Traub, Ion Marin e Christian Ehwald. Já se apresentou nos principais festivais de música, incluindo Salon de Provence (2019), Verbier, Mecklenburg-Vorpommern, Koblenz, Festival de Música de Câmara de Salzburgo e La Folle Journée, em Nantes, num concerto transmitido para o mundo inteiro.

    Em Novembro de 2018 recebeu o Grand Prix Jacques Thibauld no lendário Concurso Internacional Long-Thibaud-Crespin, em Paris, com Renaud Capuçon a integrar o júri.

    Entusiasta da música de câmara, Diana Tishchenko participou no Chamber Music Connects the World, uma celebração bienal na Academia de Kronberg, tocando com músicos como Gidon Kremer, Steven Isserlis e Christian Tetzlaff. É laureada de inúmeros concursos internacionais, entre os quais o Isaac Stern de Xangai (2018), o Concurso da Academia Felix Mendelssohn-Bartholdy de Berlim (1.º Prémio, 2017), o Concurso Internacional de Música de Câmara de Lyon (1.º Prémio nas categorias de violino e duo com piano), o Concurso Internacional ARD em Munique e o Concurso Internacional de Violino David Oistrakh em Moscovo.

    Nascida na Crimeia (Ucrânia, 1990), Diana Tishchenko começou a estudar música muito jovem e frequentou uma escola especializada em Kiev. Integrou a Orquestra de Jovens Gustav Mahler, da qual foi concertino até 2013, tendo aí trabalhado com Sir Colin Davis, Franz Welser-Möst, Herbert Blomstedt, Antonio Pappano e Daniele Gatti, apresentando-se nas principais salas da Europa. Obteve os diplomas superiores na Hochschule für Musik Hanns Eisler, em Belim, com Ulf Wallinde quem se tornaria assistente. Na Universidade de Artes de Graz estudou com Boris Kuschnir.

    Depois de concluir os estudos, foi solista no Concerto n.º 2 para violino e orquestra de Prokofieff na Konzerthaus de Berlim, sob a direcção de Lahav Shani. A sua inspiração musical vem de figuras como Ferenc Rados, Rita Wagner, Saschko Gawriloff, Steven Isserlis e András Schiff.

     


    2020/21

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