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| Biographies |
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| | | Daniel Moreira | Nascido no Porto, em 1983, iniciou os seus estudos musicais em 1993. Ingressou no Conservatório de Música do Porto em 1994, onde concluiu os cursos complementares de Guitarra com Artur Caldeira (1997-2004) e de Análise e Técnicas de Composição com João-Heitor Rigaud (1999-2002). É licenciado em Economia pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto (2001-2006). No âmbito dos estudos em Economia, foi distinguido com o Prémio do Banco de Portugal, em 2006. Frequenta o curso de Composição na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo (ESMAE) do Porto desde 2006. Entre outros, foram até agora seus professores Dimitris Andrikopoulos (2006-2007) e Fernando Lapa (2007-2008), em composição individual, e Carlos Guedes (2007-2008) nas disciplinas de música electrónica. Ainda na ESMAE, teve aulas com Klaas de Vries e Magnus Lindberg. Em Julho de 2007, a peça Magma, para ensemble de 15 instrumentistas, foi seleccionada para uma leitura pelo Remix Ensemble, sob a direcção de Rolf Gupta; em Dezembro do mesmo ano, uma versão preliminar do Quarteto de Cordas foi lida num workshop com o Quarteto Diotima. Ambos os eventos tiveram lugar na Casa da Música, no Porto, no âmbito de actividades realizadas por esta instituição em conjunto com a ESMAE. Em Dezembro de 2007, obteve o terceiro lugar no Concurso Internacional de Composição Gian Battista Viotti, de Vercelli (Itália), pela peça Noctis Lumina, para viola solo, nessa ocasião estreada pela violetista Francesca Monego. Em Abril de 2008, a peça O Escuro Silêncio da Chuva, para voz feminina e ensemble instrumental, foi distinguida com uma Menção Honrosa na categoria de Música de Câmara do 3º Concurso Internacional de Composição da Póvoa de Varzim. Tocou no Ensemble "Quinas" (conjunto de bandolins e guitarras) entre 2001 e 2003 e no Ensemble de Guitarras do Conservatório de Música do Porto entre 2003 e 2005. Integrou ainda diversos coros, sendo membro do Coral de Letras da Universidade do Porto desde 2004.
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| | | Dorothee Mields | DOROTHEE MIELDS Soprano
Dorothee Mields estudou em Bremen com Elke Holzmann e em Stuttgart com Julia Hamari. Após concluir os estudos colaborou com os maestros Ludger Rémy e Thomas Hengelbrock.
A música dos séculos XVII e XVIII, a qual sempre a fascinou, tornou-se no objecto de interesse no início da carreira. Posteriormente, a música contemporânea assumiu um papel crescente no seu repertório. Cantou o papel principal na estreia da ópera Berenice de Johannes Maria Staud (Bienal de Munique 2004). O seu repertório inclui obras desde Monteverdi, Bach e Mozart, até Boulez, Grisey e Beat Furrer.
Uma discografia que já ultrapassa os 40 registos, alguns dos quais internacionalmente premiados, documenta a sua intensa actividade em concerto. Gravou para editoras como a Sony Classical, BIS, Harmonia Mundi e em Setembro de 2008 a Sony Classical lançou um CD intitulado "In Darkness let me Dwell" com Dorothee Mields e Hille Perl.
Dorothee Mields é regularmente convidada para actuar nos Festivais Leipzig Bach, Suntory Music Foundation, Boston Early Music, Flandres, Viena, os Festivais Handel de Halle e Göttingen, bem como no Tanglewood Festival. Apresenta-se regularmente com o Collegium Vocale Gent, Bach Collegium Japan, Netherlands Bach Society, Flanders Recorder Quartet, Ensemble Orchestral de Paris e o Klangforum de Viena sob a direcção dos maestros Ivor Bolton, Beat Furrer, Paul Goodwin, Martin Haselböck, Philippe Herreweghe, Gustav Leonhardt, Kenneth Montgomery, Hans-Christoph Rademann, Stephen Stubbs, Masaaki Suzuki e Jos van Veldhoven.
Recentemente obteve sucesso com obras tais como a Paixão Segundo S. Mateus de Bach com a Orquestra Barroca Tafelmusik ou Quatre Chants pour franchir le seuil de Grisey, com o Klangforum de Viena sob a direcção de Simone Young, a Cantata Weichet nur, betrübte Schatten de Bach com a Freiburger Barockorchester, bem como em diversas actuações com o Coro da RIAS e a Deutsches Symphonieorchester de Berlim sob a direcção de Stefan Asbury ou com a Orchestre des Champs Elysées sob a batuta de Philippe Herreweghe. No Verão de 2007 fez a sua estreia no Festival de Salzburg sob a direcção de Emilio Pomárico.
Em 2008/2009 merecem relevo diversos projectos com o Collegium Vocale Gent, o Bach Collegium do Japão e a Sociedade Bach da Holanda, o Remix Ensemble da Casa da Música no Porto, o Magnificat e a Weihnachtsoratorium de Bach com o Coro da RIAS sob a direcção de Hans-Christoph Rademann, bem como a sua primeira colaboração com a Orquestra do Século XVIII, sob a direcção de Frans Brüggen, e com o Coro e Orquestra Nacional de Espanha. ~
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