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  • Na temporada 2020/21, Stefan Blunier regressa à Ópera Alemã em Berlim (Carmen de Bizet) e à Deutsche Oper am Rhein (Salomé de Strauss). Dirige as orquestras de diversas cidades, incluindo Porto, Berna, Munique, Genebra e St. Gallen e faz uma digressão na Bélgica. Foi nomeado Maestro Titular da Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, posição que assume em 2021.

    Dirigiu Wozzeck no Grand Théâtre de Genève, sendo de imediato convidado para regressar na temporada 2017/18 para uma produção de O Barão Cigano. De seguida apresentou Lohengrin na Ópera de Frankfurt, após as bem-sucedidas produções de Daphne, Tristão e Isolda e Carmen. É regularmente convidado da Ópera Alemã em Berlim, onde dirigiu Salomé e Die Fledermaus. Dirigiu ainda Diálogos de Carmelitas de Poulenc na Ópera de Hamburgo e Les Contes d’Hoffmann na Ópera Norueguesa e na Komische Oper Berlim. O arranque da temporada passada foi marcado por uma nova produção de Der ferne Klang, deSchreker, na Ópera Real Sueca.

    Com as produções de Der Golem de Eugen d’Albert e Irrelohe de Schreker, Stefan Blunier ajudou a Orquestra de Bona e a Ópera de Bona a ganharem maior visibilidade durante o seu mandato enquanto Director Geral de Música (2008-2016). As duas produções foram editadas pela Dabringhaus & Grimm e foram reconhecidas com dois prémios ECHO Klassik para “disco de ópera do ano” (2011 e 2012) e o Prémio da Crítica Alemã 2012 (Irrehole). O seu trabalho em Bona deu origem a uma discografia impressionante, tendo gravado obras menos conhecidas de Bruckner, Liszt e Franz Schmidt bem como um ciclo de Beethoven. Outros compromissos operáticos levaram Stefan Blunier a apresentar-se em cidades como Munique, Hamburgo, Leipzig, Estugarda, Montpellier, Oslo e Londres, entre outras.

    Stefan Blunier já foi convidado a dirigir praticamente todas as orquestras sinfónicas das rádios alemãs, a Orquestra da Gewandhaus de Leipzig, a Filarmónica de Ludwigshafen, a Sinfónica de Duisburg e as principais orquestras da Dinamarca, da Bélgica, do Extremo Oriente, da Suíça e de França. Mais recentemente, dirigiu a Sinfónica NHK (Japão), a Sinfónica Escocesa da BBC, a Sinfónica da Irlanda, a Filarmónica de Estugarda, a Sinfónica do Porto Casa da Música, as Filarmónicas de Rheinland-Pfalz e do Sul da Holanda, a Orquestra da Rádio Norueguesa e a Century Symphony Orchestra de Osaka. Paralelamente aos seus compromissos em Bona, foi Maestro Convidado Principal da Orquestra Nacional da Bélgica (2010-2013).

    Natural de Berna (Suíça), Stefan Blunier estudou piano, trompa, composição e direcção de orquestra em Berna e na Escola Superior Folkwang em Essen. É fundador do Ensemble para a Nova Música de Essen. Depois das bem-sucedidas participações nos Concursos de Besançon e Malko, foi nomeado Maestro Titular Associado em Mannheim e Director Musical e Maestro Titular em Darmstadt (2001-2008), antes de assumir o seu mandato em Bona. Entre 2008 e 2016, foi Director Geral de Música na Ópera de Bona e da Beethoven­orchester de Bona.

     


    2020/21

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