Error loading MacroEngine script (file: artista-header.cshtml)
  • Director Geral de Música da cidade de Bona entre 2008 e 2016, Stefan Blunier foi maestro da Orquestra Beethoven de Bona e da Ópera de Bona. Sob a sua direcção carismática e com uma nova consciência musical, a orquestra tornou-se mais requisitada e realizou digressões bem-sucedidas na China, em 2011, e nos Estados Unidos da América. As suas gravações com esta orquestra foram reconhecidas com dois prémios ECHO Klassik para “disco de ópera do ano” (2011 e 2012) – Der Golem de Eugen d’Albert e Irrelohe de Schreker, esta última vencedora também do Prémio da Crítica Alemã 2012. Recebeu outros prémios e nomeações pelas gravações de obras sinfónicas de Respighi, Schoenberg, Franz Schmidt (Sinfonia n.º 4), Bruckner (Sinfonia n.º 8) e Beethoven.

    Como convidado, dirigiu praticamente todas as orquestras sinfónicas das rádios alemãs, a Orquestra da Gewandhaus de Leipzig, a Filarmónica de Ludwigshafen, a Sinfónica de Duisburg e as principais orquestras da Dinamarca, da Bélgica, do Extremo Oriente, da Suíça e de França. Mais recentemente, dirigiu as orquestras Sinfónica NHK (Japão), Sinfónica Escocesa da BBC, Sinfónica da Irlanda, Filarmónica de Estugarda, Sinfónica do Porto Casa da Música, Filarmónicas de Rheinland-Pfalz e do Sul da Holanda, Orquestra da Rádio Norueguesa e Century Symphony Orchestra de Osaka. Paralelamente aos compromissos em Bona, foi Maestro Convidado Principal da Orquestra Nacional da Bélgica (2010-2013), com a qual gravou e realizou digressões que passaram pelo Concertgebouw de Amesterdão, a Alemanha, a Áustria e a Eslovénia.

    No domínio da ópera, dirigiu produções em Munique, Hamburgo, Leipzig, Estugarda, Berlim (Ópera Alemã e Komische Oper), Montpellier, Oslo, Berna, Genebra e Londres (English National Opera). A sua interpretação de Thais de Massenet na Ópera de Bona, em 2014, foi aclamada pela imprensa alemã. Após a bem-sucedida produção de Daphne na Ópera de Frankfurt, foi de imediato convidado para aí dirigir Tristão e Isolda. Entre as óperas que dirigiu recentemente, destacam-se Elegia para Jovens Amantes de Henze (English National Opera), Diálogos das Carmelitas de Poulenc e O Amor das Três Laranjas de Prokofieff (Komische Oper de Berlim), Elektra e Tannhäuser (Bona), Rigoletto (Ópera de Zurique) e Les Contes d’Hoffmann (Ópera Norueguesa). Na última temporada, dirigiu Wozzeck no Grand Théâtre de Genève, sendo de imediato convidado para regressar na temporada seguinte para uma produção de O Barão Cigano. O seu especial interesse pela música de final do século XIX e início do XX, bem como pelo repertório contemporâneo, levou-o a dirigir produções como Irrehole e Das Spielwerk de Schreker, Krol Roger de Szymanowski, Der Rattenfänger de Cerha e a estreia alemã de L’amour de loin de Saariaho.

    Natural de Berna (Suíça), Stefan Blunier estudou piano, trompa, composição e direcção de orquestra em Berna e na Escola Superior Folkwang em Essen. É fundador do Ensemble para a Nova Música de Essen. Depois das bem-sucedidas participações nos Concursos de Besançon e Malko, foi nomeado Maestro Titular Associado em Mannheim e Director Musical e Maestro Titular em Darmstadt (2001-2008), antes de assumir o seu mandato em Bona.

     


    2017/18

  • Ver & Ouvir

  • Documentos
    Documentos associados
x
A Fundação Casa da Música usa cookies para melhorar a sua experiência de navegação, a segurança e o desempenho do website. A Fundação pode também utilizar cookies para partilha de informação em redes sociais e para apresentar mensagens e anúncios publicitários, à medida dos seus interesses, tanto na nossa página como noutras. Para obter mais informações ou alterar as suas preferências, prima o botão "Política de Privacidade" abaixo.

Para obter mais informações sobre cookies e o processamento dos seus dados pessoais, consulte a nossa Política de Privacidade e Cookies.
A qualquer altura pode alterar as suas definições de cookies através do link na parte inferior da página.

ACEITAR COOKIES POLÍTICA DE PRIVACIDADE