Michael Boder

Alemanha, Darmstadt, 09 de Novembro de 1958

direcção musical

  • Reconhecido como um dos grandes especialistas da música do século XX e pela preparação meticulosa de novas obras, o maestro alemão Michael Boder apresenta-se regularmente nos teatros de ópera mais prestigiados do mundo. Estreou mundialmente diversas obras, incluindo a recente composição de Georg Friedrich Haas Morgen und Abend na Royal Opera House, Covent Garden e na Ópera Alemã de Berlim. A sua carreira ilustre incluiu as funções de Maestro Principal e Conselheiro Artístico no Teatro e Orquestra Real Dinamarquesa (2012-2016) e de Director Musical do Gran Teatro del Liceu (2008-2012). As realizações de Michael Boder foram reconhecidas com o prémio da crítica espanhola por Le Grand Macabre e uma nomeação para um Grammy por Lulu.

    Nesta temporada, Michael Boder dirige a estreia mundial de Hamlet de Anno Schreier no Theater an der Wien, regressando à Ópera de Viena para dirigir Medea (Aribert Reimann) e Elektra, e à Ópera de Hamburgo para Daphne. Dirige o Ballet de Viena em Le Pavillon d’Armide e A Sagração da Primavera, estreando-se na Ópera Nacional Húngara com Elektra.

    Estre os seus compromissos recentes no domínio da ópera, destaca-se A Mulher sem Sombra e Salomé (R. Strauss) na Ópera Real Dinamarquesa; Cardillac (Hindemith) e Ariadne auf Naxos na Ópera de Viena; The Rake’s Progress, A Mulher sem Sombra e Lazarus (Schubert) no Theater an der Wien; Lulu, O Cavaleiro da Rosa, O Navio Fantasma, Porgy and Bess e Le Grand Macabre (Ligeti) no Teatro Real da Dinamarca em Copenhaga; Tri Sestri de Peter Eötvös na Ópera de Zurique e Le Grand Macabre em La Monnaie.

    Michael Boder é também um maestro de orquestra reconhecido. Tem trabalhado regularmente com a Filarmónica de Berlim, a Orquestra Real Dinamarquesa, a Orquestra Gulbenkian, o Ensemble Modern, a Sinfónica da Rádio de Viena, a Sinfónica de Viena, a Orquestra Saito Kinen, a Filarmónica de Tóquio e a Sinfónica de Tóquio. Recentemente, destacam-se concertos com a Sinfónica Yomiuri Nippon no Teatro Metropolitano de Tóquio e no Suntory Hall; obras de Nielsen e Schoenberg com a Orquestra Real Dinamarquesa no Berliner Festspiele e no Birmingham Symphony Hall; Des Knaben Wunderhorn de Mahler com o barítono Dietrich Henschel e a orquestra de La Monnaie – ciclo de canções acompanhado pela projecção de um filme encomendado a Clara Pons e com novas orquestrações de Detlef Glanert; e obras de Ligeti e Trojahn com o Ensemble Modern na Cité de La Musique em Paris.

     


    2017 

x
A Fundação Casa da Música usa cookies para melhorar a sua experiência de navegação, a segurança e o desempenho do website. A Fundação pode também utilizar cookies para partilha de informação em redes sociais e para apresentar mensagens e anúncios publicitários, à medida dos seus interesses, tanto na nossa página como noutras. Para obter mais informações ou alterar as suas preferências, prima o botão "Política de Privacidade" abaixo.

Para obter mais informações sobre cookies e o processamento dos seus dados pessoais, consulte a nossa Política de Privacidade e Cookies.
A qualquer altura pode alterar as suas definições de cookies através do link na parte inferior da página.

ACEITAR COOKIES POLÍTICA DE PRIVACIDADE