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  • Douglas Boyd é Director Artístico do festival Garsington Opera e Director Musical da Orquestra de Câmara de Paris. Nos últimos anos foi Maestro Titular do Musikkollegium Winterthur, Director Musical da Manchester Camerata, Maestro Convidado Principal da Sinfónica de Colorado, Parceiro Artístico da Saint Paul Chamber Orchestra e Maestro Convidado Principal da City of London Sinfonia.

    Foi membro-fundador e oboísta principal da Orquestra de Câmara da Europa até 2002, ano em que passou a concentrar-se na direcção. Dirigiu o agrupamento em diversas ocasiões.

    No Reino Unido, Douglas Boyd dirigiu todas as orquestras da BBC, a Orquestra Real da Escócia, a Orquestra de Câmara da Escócia, os London Mozart Players, a Sinfónica da Cidade de Birmingham, a Sinfónica de Bournemouth e a Northern Sinfonia. Na Europa continental trabalhou com a Filarmónica de Bergen, as Sinfónicas da Basileia e da Rádio Finlandesa, as Orquestras Nacionais de Lyon e de Bordéus, as Orquestras da Tonhalle de Zurique e do Festival de Budapeste, a Orquestra Mozarteum de Salzburgo, a Orquestra Gürzenich de Colónia, a Orquestra de Câmara de Munique e a Kammerakademie Potsdam. Noutras paragens dirigiu a Sinfónica de Nagoya no Japão, a Filarmónica de Hong Kong e várias orquestras australianas (integral das Sinfonias de Beethoven com a Sinfónica de Melbourne, à qual regressou para dirigir os Concertos para piano de Beethoven com o solista Paul Lewis). Apresenta-se regularmente também nos EUA e no Canadá.

    Tem trabalhado com solistas como Jonathan Biss, Steven Isserlis, Anthony Marwood, Viktoria Mulova, Fazil Say, András Schiff, Mark Padmore, Emmanuel Pahud e Alissa Weilerstein.

    No domínio da ópera, Douglas Boyd dirigiu A Flauta Mágica para a Glyndebourne Opera on Tour, La Grotto di Tronfonio de Salieri para a Ópera de Zurique e La Clemenza di Tito de Mozart para a Opera North. Dirigiu inúmeras produções do Garsington Opera: As Bodas de Fígaro, Don Giovanni, Così fan tutte, Eugene Onegin, Silver Birch (Roxanna Panufnik, estreia mundial) e concertos com Sonho de Uma Noite de Verão de Mendelssohn ao lado de membros da Royal Shakespeare Company, A Criação de Haydn com o Ballet Rambert e Capriccio de Richard Strauss.

    A gravação dos Concertos de Bach (Deutsche Grammophon) marcou a sua estreia como maestro-solista. Gravou para a Avie a integral das Sinfonias de Beethoven com a Manchester Camerata, juntamente com a Sinfonia n.º 4 e A Canção da Terra de Mahler, conquistando elogios unânimes da crítica. Gravou também com a St. Paul Chamber Orchestra (Sinfonias de Schubert) e o Musikkollegium Winterthur.

    Recentemente estreou-se com as Filarmónicas de Bergen e da Hungria, as Sinfónicas da Rádio Finlandesa e da Basileia e a Philharmonie Zuidnederland.

    Para além das actuações com a Orquestra de Câmara de Paris, nessa cidade e em digressão, na sua agenda actual destacam-se concertos com: Sinfónica Aalborg de Antuérpia, Auckland Philharmonia, Filarmónica e Sinfónica da BBC, Britten Sinfonia, Kammerakademie Potsdam, Orquestra de Câmara de Los Angeles, Sinfónica de Melbourne, Orquestra de Minnesota, Orquestra Mozarteum de Salzburgo, Musikkollegium Winterthur, Philharmonia Orchestra e Sinfónicas da Tasmânia e da Austrália Ocidental.

     


    2018/19

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