Error loading MacroEngine script (file: artista-header.cshtml)
  • Baldur Brönnimann é um maetro de grande flexibilidade com uma abordagem aberta à programação e à interpretação musical. Logo no início da sua carreira, desenvolveu a reputação de um dos melhores maestros da música contemporânea, trabalhando de perto com compositores de topo como John Adams, Kaija Saariaho, Harrison Birtwistle, Unsuk Chin, Helmut Lachenmann, Magnus Lindberg e Georg Friedrich Haas. Enquanto mantém o foco na música contemporânea, Baldur Brönnimann é muito requisitado para dirigir orquestras pelo mundo inteiro. 

    Apresentou-se em festivais como Wien Modern, Darmstadt e Mostly Mozart no Lincoln Center, dirigindo obras importantes de Ligeti, Romitelli, Boulez, Vivier, Schnebel e Zimmermann. Das temporadas passadas, destacam-se colaborações com as Filarmónicas de Seul, Oslo, Bergen e as Orquestras de Câmara de Aurora e Munique.  Foi convidado para regressar às Sinfónicas das Rádios de Frankfurt e Viena. Em 2020 estreou-se à frente da Sinfónica de Barcelona com Emmanuel Pahud como solista. Este ano regressa à Sinfónica WSR e à Filarmónica Real Escocesa. Trabalha frequentemente com ensembles de música contemporânea de todo o mundo: dirigiu o Klangforum Wien (em Viena e em digressão) e o Ensemble Intercomporain nos BBC Proms, homenageando a música de Boulez.   

    No domínio da ópera, Brönnimann dirigiu Le Grand Macabre de Ligeti na English National Opera, na Komische Oper de Berlim e no Teatro Colón (Argentina), em produções de La Fura dels Baus e Barrie Kosky; Death of Klinghoffer de John Adams na English Nacional Opera; L’Amour de Loin de Saariaho na Ópera Norueguesa e no Festival de Bergen; e Index of Metals de Romitelli com Barbara Hannigan no Theater an der Wien. No Teatro Colón, dirigiu também Erwartung de Schoenberg, Hagith de Szymanowski, The Little Match Girl de Lachenmann (com o compositor no papel de narrador) e Die Soldaten de Zimmermann.

    Enquanto Maestro Titular da Basel Sinfonietta, Baldur Brönnimann continua a dirigir programas onde combina de uma forma inesperada obras contemporâneas e desconhecidas com o repertório corrente. Em 2020 terminou o mandato bem-sucedido à frente da Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música. Entre 2011 e 2015, foi Director Artístico do principal ensemble norueguês de música contemporânea, BIT20. Foi Director Musical da Orquestra Sinfónica Nacional da Colômbia em Bogotá, entre 2008 e 2012.

     Natural da Suíça, Baldur Brönnimann estudou na Academia de Música da Basileia e no Royal Northern College of Music em Manchester, onde foi posteriormente nomeado Professor Convidado de Direcção de Orquestra. Actualmente vive em Madrid.


    2020/21

  • Ver & Ouvir

  • Documentos
    Documentos associados
x
A Fundação Casa da Música usa cookies para melhorar a sua experiência de navegação, a segurança e o desempenho do website. A Fundação pode também utilizar cookies para partilha de informação em redes sociais e para apresentar mensagens e anúncios publicitários, à medida dos seus interesses, tanto na nossa página como noutras. Para obter mais informações ou alterar as suas preferências, prima o botão "Política de Privacidade" abaixo.

Para obter mais informações sobre cookies e o processamento dos seus dados pessoais, consulte a nossa Política de Privacidade e Cookies.
A qualquer altura pode alterar as suas definições de cookies através do link na parte inferior da página.

ACEITAR COOKIES POLÍTICA DE PRIVACIDADE