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  • Vencedor do Concurso Internacional de Direcção de Orquestra de Cadaqués em 2017, Nuno Coelho é actualmente Maestro Convidado da Orquestra Gulbenkian. Além dos vários concertos em Lisboa, durante a temporada 2019­/20 estreia-se à frente de orquestras como a Filamónica Real de Liverpool, a Nacional de Lille, as Sinfónicas de Stavanger e Hamburgo e a Filarmónica de Dresden, assim como diversas orquestras em Espanha, Japão, China e América Latina.

    Na temporada passada destacam-se as actuações com a Sinfónica da Rádio Bávara, a Filarmónica da BBC, a Orquestra do Ulster, a Orquesta Sinfónica da Galiza, a Orquesta Sinfónica de Castela e Leão, a Orquestra do Teatro Regio de Turim e a Orquestra Beethoven de Bona.

    Enquanto “Dudamel Fellow” na temporada 2018­/19, teve oportunidade de dirigir a Filarmónica de Los Angeles em diversas ocasiões, incluindo uma estreia mundial na série de concertos de música contemporânea da orquestra “Green Umbrella”.

    Maestro Assistente da Orquestra Filarmónica dos Países Baixos entre 2015 e 2017, voltou a dirigir a formação em Julho de 2018, no Concertgebouw. No mesmo Verão participou na masterclass com Daniele Gatti e a Orquestra Real do Concertgebouw. Como maestro assistente, teve ainda oportunidade de trabalhar com Bernard Haitink, Susanna Malkki, Andris Nelsons, Christoph von Dohnányi e Gustavo Dudamel, entre outros.

    No que respeita ao repertório operático, dirigiu La Traviata, Cavalleria rusticana, Rusalka e Das Tagebuch der Anne Frank. Foi assistente de Marc Albrecht na produção de Parsifal para a Ópera Nacional Alemã, e em 2020 irá assistir Robin Ticciati numa nova produção de Fidelio na Glyndebourne Festival Opera. Como “Conducting Fellow” do Festival de Tanglewood, em 2016 e 2017, dirigiu a orquestra do festival em várias ocasiões, incluindo a interpretação do bailado cantado Os Sete Pecados Mortais de K. Weill.

    Nascido no Porto em 1989, Nuno Coelho estudou violino em Klagenfurt e Bruxelas, e direcção de orquestra em Zurique com Johannes Schlaefli. Recebeu o 1.º Prémio no Concurso de Direcção do Prémio Jovens Músicos da Antena 2, o Prémio Neeme Järvi no Festival Menuhin de Gstaad e foi finalista no Con-curso do Festival de Salzburgo para jovens maestros.

    Em 2014 foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, e em 2015 foi aceite no “Dirigentenforum” do Centro Alemão para a Música, que mais tarde o nomeou para a sua lista de “Maestros do Futuro”.

     


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