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  • O britânico James Judd foi Maestro Convidado Principal da Orquestra Nacional de Lille em França e, durante 14 anos, Director Musical da Filarmónica da Flórida. Durante os seus oito anos como Director Musical da Sinfónica da Nova Zelândia, foi aclamado pelas suas gravações que incluíam obras de Copland, Bernstein, Vaughan Williams e Gershwin, levando a orquestra ao reconhecimento internacional e numa digressão pelas principais salas de concertos da Europa.

    A projecção internacional de James Judd consolidou-se quando assumiu o cargo de director assistente da Orquestra de Cleveland, convidado por Lorin Maazel. Transcorridos quatro anos, regressou à Europa como director musical associado da Orquestra Juvenil da União Europeia, cargo para o qual foi nomeado por Claudio Abbado. Desde então, dirigiu a Filarmónica de Berlim e de Israel, apresentou-se nas salas de concertos mais importantes de Europa, e tem-se apresentado em concertos como convidado especial com formações tão prestigiosas como a Sinfónica de Viena, a Orquestra Gewandhaus de Leipzig, a Orquestra Nacional de França, a Orquestra da Suisse Romande, a Orquestra Tonhalle de Zurique, a Orquestra Sinfónica de Monte Carlo, a Orquestra Filarmónica de Roterdão e a Orquestra Mozarteum de Salzburgo. Também trabalha regularmente no Extremo Oriente, tanto com a Orquestra NHK de Tóquio como com a Filarmónica de Seul.

    Dedica especial atenção ao trabalho com jovens músicos: é Maestro Convidado Principal da Orquestra Juvenil da Ásia, uma formação que inclui os músicos de maior talento da China continental, Hong Kong, Japão, Tailândia, Vietname, Taiwan, Filipinas, Malásia, Singapura e Coreia. Em 2008, fundou o Miami Music Project, um projecto musical baseado num modelo chamado «El Sistema» que usa a música como ferramenta de transformação social e que está a ter um enorme êxito. Este projecto permite que as crianças desenvolvam todo o seu potencial ao mesmo tempo que exerce uma influência positiva na sociedade através do estudo e da interpretação musical.

    Em 2015, vai assumir a posição de director musical da Australian Youth Orchestra Camp, que atrai jovens músicos oriundos de todo o continente australiano.

    Alguns dos compromissos futuros incluem colaborações com a Filarmónica de Bruxelas,  Sinfónica de Colorado e o Concert-Verein de Viena, o regresso à Orquestra Nacional da Hungria e uma digressão na China com a Orquestra Sinfónica de Israel.

    James Judd assumiu recentemente o cargo de director musical da New York's Little Orchestra Society e da Orquestra Sinfónica de Israel.


    2015

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