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  • Vencedor do célebre Concurso de Direcção Donatella Flick (Londres, 2002), Christophe Mangou foi premiado com um contrato de dois anos como Maestro Assistente da Orquestra Sinfónica de Londres. Trabalhou assim com o então Maestro Titular desta orquestra prestigiada, Sir Colin Davis, e com maestros convidados como Bernard Haitink, Emmanuel Krivine, Mariss Jansons, Michael Tilson Thomas, Antonio Pappano e Sir John Eliot Gardiner. Tem trabalhado também com orquestras de França, Estados Unidos, Reino Unido, Hungria, Polónia, Rússia, Japão, etc.

    Entre os seus compromissos recentes incluem-se actuações com a Orquestra Philharmonia, Orchestre National du Capitole de Toulouse, Orchestre National d’Île de France, Orchestre National de Lille, Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Orchestre Lyrique de Région Avignon Provence, Orchestre Symphonique de Mulhouse, Pau Orchestra, Ensemble Orchestral Contemporain, Orquestra da Rádio Romena, Sinfónica da Flandres e Orquestra Nacional de França, entre outras.

    Na temporada de 2014/2015, entre outros projectos, dirigiu a Sinfónica de Melbourne e a Orquestra de Câmara de Paris, regressa à Sinfónica do Porto Casa da Música, e prossegue as colaborações com as orquestras de Avignon e Toulouse, bem como com a Nacional de França.

    Desde há várias temporadas, dirige regularmente como convidado a Orchestre National du Capitole de Toulouse, tendo a seu cargo os projectos educativos desde 2012/13.

    Em paralelo à sua carreira de maestro, Christophe Mangou revela o seu eclectismo desenvolvendo projectos baseados em colaborações originais entre músicos clássicos e de jazz e artistas de diferentes áreas.

    Colaborou com Jeff Mills em 2012 (Salle Pleyel em Paris), e depois no projecto “Light from the outside World”, também apresentado na Casa da Música no Porto e nos Festivais de Gent e Melbourne. Em Agosto de 2015, apresentam-se no Tauron Nowa Muzyka em Katowice e no Concertgebouw de Amesterdão, e em Outubro no Barbican em Londres. Em Julho de 2015 regressam à Casa da Música no Porto para a estreia mundial da nova obra de Jeff Mills (com Sylvain Griotto) – Planets. A estreia francesa será em Lille, em Dezembro.

    De modo a enriquecer o seu universo expressivo, cultiva desde 2004 o “soundpainting”, uma técnica de composição em tempo real baseada na improvisação dirigida, com o objectivo de esbater as “fronteiras” visíveis entre as diferentes linguagens – música clássica, jazz e música improvisada. Neste contexto, criou o Ensemble Amalgammes em Paris.


     

    2015

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