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  • A soprano britânica Claire Booth conquistou reconhecimento internacional pelo seu repertório extraordinariamente vasto e também pela vitalidade e capacidade artística que transporta para os palcos de ópera e de concerto. Na temporada de 2016/17, regressou ao Festival de Aldeburgh para uma reposição da produção de David Pountney de La voix humaine, que mereceu a aclamação da crítica ao ser interpretada pela Ópera Nacional de Gales no Festival of Voice de Cardiff, em 2016. A sua reputação tem sido crescente no repertório contemporâneo e na estreia de novas peças: no Festival de Aldeburgh, fez as estreias mundiais de O Hototogisu de Knussen e Chorales from a Toy Shop de Birtwistle, com o Birmingham Contemporary Music Group.

    Alguns dos papéis de ópera que lhe deram mais visibilidade foram ‘Rosina’ na nova produção de O Barbeiro de Sevilha para a Ópera Nacional de Gales; ‘Elcia’ em Mosè in Egitto de Rossini e ‘Pakati’ em Wagner Dream de Jonathan Harvey (Ópera Nacional de Gales); o papel principal em A Raposinha Matreira de Janáček (Garsington Opera, um desempenho largamente elogiado pela crítica); ‘Rosina’ em O Barbeiro de Sevilha e ‘Dorinda’ em Orlando de Handel (Ópera Escocesa); ‘Nora’ em Riders to the Sea de Vaughan Williams (English National Opera) e ‘La Comtesse’ em Le Comte Ory de Rossini (Chelsea Opera Group).

    Uma agenda intensa de concertos fortaleceu as suas ligações com a Orquestra Sinfónica da BBC e os BBC Proms, a Orquestra Sinfónica Cidade de Birmingham, a Orquestra de Câmara Mahler e o Ensemble intercontemporain, o Festival de Aldeburgh e o Holland Festival. Trabalhou também com a Sinfónica Alemã de Berlim, a Sinfónica de Boston e a Filarmónica de Londres. Durante mais de uma década, colaborou com a realizadora de vídeo Netia Jones num ciclo de produções aclamado pela crítica. Entre estas incluíram-se Atthis de Georg Friedrich Haas (Royal Opera House), Kafka Fragments de Kurtag (ROH), ‘Max’ em Where the Wild Things Are de Knussen e ‘Rhoda’ em Higglety, Pigglety, Pop – que foi apresentada no Festival de Aldeburgh e partiu em digressão passando pela Filarmónica de Los Angeles com Gustavo Dudamel, até às celebrações dos 60 anos do compositor promovidas pelo Barbican. Cantou o Oratorio per la Settimana Santa de Luigi Rossi com Christian Curnyn, obras de Wigglesworth e Knussen com a Orquestra Sinfónica da BBC e obras de câmara de Ravel com o Nash Ensemble no Wigmore Hall de Londres. No seu CD mais recente, Claire Booth interpreta canções populares de Percy Grainger com o acompanhamento de Christopher Glynn (Avie Records).

    Na temporada de 2017/18, destaca-se a interpretação de Songs for Sue de Oliver Knussen e Augenlieder de Ryan Wigglesworth na Casa da Música (com o Remix Ensemblee Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, respectivamente) bem como Les Illuminations com a Sinfónica Escocesa da BBC numa digressão pela Escócia.

     


    2017 

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