Benjamin Grosvenor

piano

  • O pianista Benjamin Grosvenor saltou para a ribalta após vencer a categoria de piano do Concurso BBC Young Musician of The Year 2004, com apenas 11 anos. Desde então tornou-se um pianista de dimensão internacional, apresentando-se com orquestras como a Filarmónica de Londres, Orquestra da RAI de Turim, Filarmónica de Nova Iorque, Philharmonia e Sinfónica de Tóquio, e em importantes salas de concerto (Barbican Centre, Victoria Hall de Singapura, Royal Festival Hall, Frick Collection e Carnegie Hall). Tem trabalhado com vários maestros reconhecidos, destacando-se os nomes de Vladimir Ashkenazy, Jiří Bělohlávek, Semyon Bychkov, Andrey Boreyko e Vladimir Jurowski.

    Com 19 anos apenas, tocou a solo com a Orquestra Sinfónica da BBC na primeira noite dos BBC Proms de 2011, perante um Royal Albert Hall esgotado. Foi convidado a regressar aos Proms com a Royal Philhamonic Orquestra e Charles Dutoit (2012) e com a Filarmónica da BBC e Gianandrea Noseda (2014). As suas interpretações desencadearam críticas muito positivas, com o jornal The Times a afirmar que “o pianista de 22 anos tocou exactamente como Chopin tem sido descrito… elegante, fluente e gracioso, com brilho e clareza”.

    Na sua agenda actual e futura destacam-se colaborações com a Orquestra de Cleveland, Sinfónicas de São Francisco, Houston e Montréal, Orquestra da Konzerthaus de Berlim, Orquestra de Câmara de Paris e Orquestra do País Basco, e as estreias em recital no Boston Celebrity Piano Series, Club Musical de Québec, Konzerthaus de Viena e Southbank Centre em Londres. No domínio da música de câmara colabora com agrupamentos como os Quartetos de Cordas Endellion, Escher e Elias.

    Em 2011, Benjamin Grosvenor assinou contrato com a Decca Classics, tornando-se o músico britânico mais jovem a assinar com a editora e o primeiro pianista britânico em quase 60 anos. O seu último álbum a solo, Dances, apresenta obras de vários estilos e períodos históricos influenciadas pela dança e tem sido descrito como “de tirar a respiração” (The Guardian), oferecendo “brilho e personalidade em todas as obras” (Gramophone).


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