Daniel Moreira

Portugal, Porto, 4 de Novembro de 1983

  • Daniel Moreira nasceu no Porto em 1983. É doutorado em Composição Musical (King’s College; Universidade de Londres; 2017); mestre em Composição e Teoria Musical (Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo; Instituto Politécnico do Porto; 2010); e licenciado em Economia (Faculdade de Economia; Universidade do Porto; 2006).

    Em 2009, foi Jovem Compositor em Residência na Casa da Música. Desde então, têm-lhe sido regularmente encomendadas novas obras e arranjos (Casa da Música, Festival Musica Strasbourg, European Concert Hall Organisation – ECHO, Chester&Novello, Banda Sinfónica Portuguesa, Antena 2/RDP, Movimento Patrimonial para a Música Portuguesa, Papaveronoir Filmes, Programa “Criatório”). A sua música tem sido tocada em Portugal e no estrangeiro, destacando-se a participação em três festivais de música contemporânea, com obras escritas para os agrupamentos residentes da Casa da Música (Witten, 2009; Estrasburgo, 2010; Estrasburgo, 2012) e a estreia da obra coral Poema para a padeira em três salas de concerto europeias (Cité de la Musique, Paris; Sage Gateshead, Reino Unido; Fundação Gulbenkian, Lisboa), em 2014, no âmbito do programa “Rising Stars” da ECHO.

    A sua música abarca múltiplos géneros – da música orquestral à de câmara –, com uma especial ênfase, mais recentemente, em música coral (Poema para a Padeira, 2013; Do Desconcerto do Mundo, 2016); ópera (Cai uma Rosa…, 2015; Ninguém & Todo-o-Mundo: farsa lírico-turística em torno de Gil Vicente – estreia em 2018); e música para filme (Porto, Sinfonia Fluvial – um filme de Rob Rombout actualmente em fase de rodagem).

    É professor de composição, análise, estética e unidades curriculares afins (ESMAE-IPP, 2009-; Universidade do Minho, 2017-) e investigador em teoria e análise musical (CITAR/Universidade Católica Portuguesa, 2014-). Apresenta regularmente o seu trabalho teórico – centrado em aspectos de harmonia e temporalidade na música do século XX – em conferências nacionais e internacionais. Nesse âmbito teórico, publicou em 2016 um artigo sobre Webern na Revista Portuguesa de Musicologia.

     


    2018/19

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