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  • Jorge Prendas nasceu no Porto, em 1968, e iniciou os estudos musicais aos 10 anos. Concluiu o curso geral de composição no Conservatório de Música do Porto, na classe de Fernando Lapa, e a licenciatura em ensino da música/composição na Universidade de Aveiro, em 2003. Estudou com professores como Evgueny Zouldilkine e João Pedro Oliveira. No domínio da Música Electrónica compôs A aparente ilusão de um som, que obteve um “encouragement” no Festival Internacional de Música Electrónica Musica Viva 2002 e foi seleccionada para o Seoul International Computer Music Festival 2002. Em 2003 obteve uma menção honrosa no Festival Internacional Música Viva com a peça Uma leitura possível para um poema de Eugénio de Andrade. Esta peça foi executada no festival Synthèse em Bourges, em 2004. Em 2010, com a peça Qualche respiro, foi um dos três finalistas do concurso internacional Harvey G. Phillips Awards for Excellence in Composition. Tem composto para as mais diversas formações, tendo já sido editadas em disco e em livro várias das suas obras.

    Leccionou Análise e Técnicas de Composição, História da Música, Acústica e Classes de Conjunto, e orientou seminários de música com comunidades. Desde 2007, colabora com o Serviço Educativo da Casa da Música, do qual é Coordenador desde Setembro de 2010, onde tem desenvolvido e dirigido inúmeros projectos e espectáculos. Entre 2013 e 2015 fez parte do steering committee da RESEO (Rede Europeia para a Educação em Ópera e Dança).

    Actualmente é o responsável artístico e pedagógico das Orquestras Energia Fundação EDP e Coordenador de Formação de workshop leaders do Tokyo Bunka Kaikan, dois projectos que estão a ser desenvolvidos pela Casa da Música.

    Desenvolve trabalho noutras áreas musicais, como é o caso do quinteto a cappella Vozes da Rádio, que ajudou a criar em 1991. Com este grupo já gravou dez discos e dois DVD, assinando a maior parte dos arranjos e originais, assim como a produção musical, e realizou centenas de concertos em Portugal, Espanha, Inglaterra, Macau e Hong Kong.

    Tem tido participações pontuais no cinema não apenas como compositor de bandas sonoras, mas também como actor. O Barão, CineSapiens, A Caverna, O espectador espantado e Delírio em Las Vedras são os filmes de Edgar Pêra em que participou. Compôs igualmente a banda sonora do filme de Cláudia Clemente O dia em que as cartas pararam. Como compositor e actor participou no novo filme de Edgar Pêra Caminhos magnéticos (2018).


    2018/19

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