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  • O compositor e pianista Omar Sosa nasceu em 1965, em Camagüey, a maior cidade do interior de Cuba. Com 8 anos começou a estudar percussão e marimba no Conservatório de Música da sua cidade e posteriormente ingressou na classe de piano da prestigiada Escuela Nacional de Música em Havana, cidade onde concluiu também a sua formação superior no Instituto Superior de Arte. Em 1993 mudou-se para o Equador e aí mergulhou no folclore da região de Esmeraldas, onde a herança africana se manifesta na prática tradicional da marimba. Em 1995, já na Área da Baía de São Francisco, trouxe novo fôlego à cena do jazz latino com composições arrojadas e um estilo percussivo.

    Omar Sosa tocou em palcos tão diversos como Blue Note (Nova Iorque, Milão e Tóquio), Carnegie Hall em Nova Iorque, Barbican Centre e Queen Elizabeth Hall em Londres, Royal Concert Hall de Glasgow e Haus der Kulturen der Welt em Berlim, entre muitos outros. Apresentou-se igualmente nos grandes festivais de jazz mundiais (Monterey, JVC, Montréal, Marciac, North Sea, Helsínquia, Grenoble, Montreux, Ravenna Jazz, etc.). Foi artista associado da Universidade de Princeton (2008) e teve duas residências artísticas no Dartmouth College (2008 e 2011). Tem sido repetidamente premiado, incluindo um prémio de carreira da Smithsonian Associates em Washington DC (2003).

    A carreira discográfica de Omar Sosa começou em 1997, com a edição do seu primeiro disco em piano solo, Omar Omar (Otá Records), prosseguindo com 22 CDs enquanto líder, dando origem a cinco nomeações para os Grammy. Tem trabalhado com músicos de todas as origens, sejam elas africanas, árabes, europeias, indianas, latinas ou norte-americanas, e colabora frequentemente com o cinema e a televisão.

    Em 2014, Omar Sosa editou o seu quinto disco para piano solo, Senses, resultante de uma residência artística no Experimental Media and Performing Arts Center do Rensselaer Polytechnic Institute (EMPAC) em Troy, Nova Iorque. Nesse âmbito foi convidado pela bailarina/coreógrafa Nora Chipaumire para compor música para a peça de dança-teatro Miriam. Essa composição recebeu uma nomeação para o prémio Bessie. Em 2015 foi editado o CD Ilé com o Quarteto AfroCubano, que marca um regresso aos anos de formação de Omar Sosa, na transição entre os anos 80 e os 90, em Havana.

    Entre os próximos projectos de Omar Sosa inclui-se um disco singular com o senegalês Seckou Keita (executante de kora) e o chinês Wu Tong (sheng); e a renovação das colaborações em CD com o trompetista italiano Paolo Fresu e com a NDR Bigband (neste caso com arranjos de Jaques Morelenbaum).

     


    2015 

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