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  • Escrita entre Agosto e Setembro de 1988, Flourish with Fireworks não é nem menos nem mais do que o seu título sugere – uma peça de inauguração celebrativa, de quatro minutos, para a primeira temporada de Michael Tilson Thomas como maestro titular da London Symphony Orchestra (LSO). Mas é, consequentemente, uma tripla homenagem: a Michael, um amigo próximo e um apoiante da minha música desde que nos conhecemos 18 anos antes, nos bastidores da sua estreia britânica com a Sinfónica de Londres, e depois em Tanglewood, em 1970; à própria LSO – a orquestra que foi para mim uma ‘segunda casa’ na infância, quando o meu pai era contrabaixo principal e Pierre Monteux o maestro titular, e que mais tarde foi a primeira grande orquestra a tocar a minha música em público; e finalmente a Stravinski, um compositor por quem Michael Tilson Thomas e eu partilhamos uma afeição especial. O “Fogo-de-artifício” (“Fireworks”) do título remete para a obra homónima de Stravinski, e a música é construída a partir das iniciais LSO (Lá, Mi bemol, Sol) e MTT (Mi, Si, Si), sujeitas a variações constantes, por vezes de um modo que se sabe hoje ser desconhecido de Stravinski. 

     


    Oliver Knussen

    Tradução: Fernando P. Lima

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