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  • No final da década de 1840, quando depois de dar por terminada a carreira de concertista se instala em Weimar, Franz Liszt, fascinado pela beleza e pela graciosidade das “miniaturas” de Schubert, decide escolher algumas delas, juntá-las e arranjá-las para as transformar num conjunto de nove peças a que dá o título de Soirées de Vienne e que publica em 1852. A Valsa-Capricho n.º 6 é uma dessas Soirées e resulta da junção das Valsas Nobres D. 969/9 e D. 969/10 e da Valsa Sentimental D. 779/13. Liszt mantém intactas a delicadeza e a frescura das obras originais acrescentando-lhes toques de virtuosismo, visíveis na filigrana de notas com que reveste as melodias, e de sofisticação, como a introdução de notas pedal e de sequências de sextas no registo agudo do piano. 

     

     


    Ana Maria Liberal, 2016 

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