• Apresentação

    O Remix Ensemble é o agrupamento de música contemporânea da Casa da Música. Desde a sua formação em 2000, já apresentou em estreia absoluta mais de oitenta e cinco obras.


    Desde a sua formação em 2000, o Remix Ensemble apresentou em estreia absoluta mais de oitenta e cinco obras e foi dirigido pelos maestros Stefan Asbury, Ilan Volkov, Kasper de Roo, Pierre-André Valade, Rolf Gupta, Peter Rundel, Jonathan Stockhammer, Jurjen Hempel, Matthias Pintscher, Franck Ollu, Reinbert de Leeuw, Diego Masson, Emilio Pomàrico, Brad Lubman, Peter Eötvös, Paul Hillier, Titus Engel, Baldur Brönnimann, Heinz Holliger, Olari Elts e Pedro Neves, entre outros.

    No plano internacional apresentou-se em Valência, Barcelona, Madrid, Ourense, Huddersfield, Estrasburgo, Paris, Orleães, Bourges, Toulouse, Reims, Antuérpia, Bruxelas, Milão, Budapeste, Norrköping, Viena, Witten, Berlim, Colónia, Zurique, Hamburgo, Donaueschingen, Roterdão, Amesterdão e Luxemburgo, incluindo festivais como Wiener Festwochen e Wien Modern (Viena), Agora (IRCAM – Paris), Printemps des Arts (Monte Carlo) e Donaueschingen Musiktage. Entre as obras interpretadas em estreia mundial incluíram-se duas encomendas a Wolfgang Rihm, o concertino para piano Jetzt genau! de Pascal Dusapin no programa de encerramento do Festival Musica de Estrasburgo, Le soldat inconnu de Georges Aperghis (uma encomenda da ECHO), Da capo de Peter Eötvös e a ópera Giordano Bruno de Francesco Filidei, apresentada no Porto, Estrasburgo, Reggio Emilia e Milão. Fez a estreia mundial da nova produção da ópera Quartett de Luca Francesconi, interpretada no Porto e em Estrasburgo, e apresentou um projecto cénico sobre A Viagem de Inverno de Schubert na reinterpretação de Hanz Zender – ambos com encenação de Nuno Carinhas. Em 2016 juntou-se à banda de rock Mão Morta para um programa com arranjos originais de Telmo Marques sobre o repertório do colectivo bracarense. O projecto Ring Saga, com música de Richard Wagner adaptada por Jonathan Dove e Graham Vick, levou o Remix Ensemble ao Festival Musica de Estrasburgo, Cité de la Musique em Paris, Saint-Quentin-en-Yvelines, Théâtre de Nîmes, Le Théâtre de Caen, Grand Théâtre du Luxembourg e Grand Théâtre de Reims.

    Entre os projectos para 2017, merece destaque a retrospectiva da obra de Harrison Birtwistle, a estreia nacional do Stabat Mater Dolorosa de James Dillon, a interpretação do Concerto para violino de Ligeti, por Ilya Gringolts, ou ainda um cine-concerto com nova música para um clássico do cinema de terror: Nosferatu de Murnau.

    O Remix tem quinze discos editados com obras de Pauset, Azguime, Côrte-Real, Peixinho, Dillon, Jorgensen, Staud, Nunes, Bernhard Lang, Pinho Vargas, Mitterer, Karin Rehnqvist, Dusapin, Francesconi, Unsuk Chin, Schöllhorn e Aperghis. A prestigiada revista londrina de crítica musical Gramophone incluiu o CD com gravações de obras de Pascal Dusapin, pelo Remix Ensemble e a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, na restrita listagem de Escolha dos Críticos do Ano 2013.

  • Peter Rundel

    direcção musical

    A profundidade da sua abordagem a partituras complexas de todos os estilos e épocas, a par de uma grande criatividade dramatúrgica, tornou Peter Rundel um dos maestros mais requisitados pelas principais orquestras europeias. É convidado regularmente para dirigir a Orquestra da Rádio da Baviera, Orquestra Sinfónica Alemã de Berlim, Sinfónica NDR e Sinfónica WDR de Colónia, e desenvolve uma colaboração de grande proximidade com a Sinfónica SWR. Trabalhou também recentemente com a Orquestra Nacional de Lille, a Filarmónica do Luxemburgo, a Filarmónica de Bruxelas, a Orquestra do Maggio Musicale Fiorentino e a Orquestra do Teatro dell’Opera em Roma.

    Depois de uma abertura auspiciosa da temporada 2017/18 no Festival de Salzburgo (dirigindo um projecto com Martin Grubinger) e no Musikfest Berlin (dirigindo a Sinfónica SWR), estreia-se com a Sinfónica de Viena e regressa a grandes orquestras como a Sinfónica da Rádio de Frankfurt, a Sinfónica da Rádio da Baviera e a Filarmónica da Radio France.

    Dirigiu estreias mundiais de produções de ópera na Ópera do Estado da Baviera, Festwochen de Viena, Ópera Alemã de Berlim, Gran Teatre del Liceu, Festival de Bregenz e Schwetzinger SWR Festspiele, trabalhando com encenadores prestigiados como Peter Konwitschny, Peter Mussbach, Philippe Arlaud, Heiner Goebbels, Reinhild Hoffmann, Carlus Padrissa (La Fura dels Baus) e Willy Decker. O seu trabalho em ópera inclui o repertório tradicional (dirigiu A Flauta Mágica na Ópera Alemã de Berlim e König Kandaules, Hänsel und Gretel e As Bodas de Fígaro na Volksoper de Viena) e também produções de teatro musical contemporâneo inovador como Donnerstag do ciclo Licht de Stockhausen, Massacre de Wolfgang Mitterer e as estreias mundiais das óperas Nacht e Bluthaus de Georg Friedrich Haas, Ein Atemzug – die Odyssee de Isabel Mundry e Das Märchen e La Douce de Emmanuel Nunes. A produção espectacular de Prometheus,que Rundel dirigiu na Ruhrtriennale, foi premiada com o Carl-Orff-Preis em 2013. Em 2016 e 2017, Peter Rundel dirigiu De Materie de Heiner Goebbels no Armory Hall de Nova Iorque e no Teatro Argentino La Plata, uma produção que estreou na Ruhrtriennale em 2014.

    Peter Rundel nasceu em Friedrichshafen, Alemanha, e estudou violino com Igor Ozim e Ramy Shevelov em Colónia, Hanôver e Nova Iorque, e direcção com Michael Gielen e Peter Eötvös. O compositor Jack Brimberg foi também um dos seus mentores em Nova Iorque. Entre 1984 e 1996, integrou como violinista o Ensemble Modern, com o qual mantém uma relação próxima como maestro. Na área da música contemporânea tem desenvolvido colaborações com o Ensemble Recherche, Asko|Schönberg Ensemble e Klangforum Wien. É convidado regular do Ensemble intercontemporain e do musikFabrik.

    Foi Director Artístico da Orquestra Filarmónica Real da Flandres e o primeiro Director Artístico da Kammerakademie de Potsdam. Em 2005 tornou-se maestro titular do Remix Ensemble Casa da Música no Porto, e desde então tem obtido grande sucesso com este agrupamento em importantes festivais europeus.

    Peter Rundel recebeu numerosos prémios pelas suas gravações de música do século XX, incluindo por várias vezes o prestigiante Preis der Deutschen Schallplattenkritik (Prometeo de Nono; Ensemble- und Orchesterwerke de Kyburz; City Life de Reich; Piano Concerto de Furrer), o Grand Prix du Disque (integral de Barraqué), o ECHO Klassik (Sprechgesänge com o ensemble musikFabrik) e uma nomeação para o Grammy Award (Surrogate Cities de Heiner Goebbels).

  • Músicos

    Composição Remix Ensemble Casa da Música

    • Angel Gimeno
      Violino
    • José Pereira
      Violino
    • Trevor McTait
      Viola
    • Oliver Parr
      violoncelo - Violoncelo
    • Filipe Quaresma
      Instrumentista convidado - Violoncelo
    • António Augusto Aguiar
      Contrabaixo
    • Stephanie Wagner
      Flauta
    • José Fernando Silva
      Oboé
    • Victor Pereira
      Clarinete
    • Ricardo Alves
      Instrumentista convidado - Clarinete
    • Roberto Erculiani
      Fagote
    • Nuno Vaz
      Trompa
    • Ales Klancar
      Trompete
    • Ricardo Pereira
      Trombone
    • Adélio Carneiro
      Instrumentista convidado - Tuba
    • Mário Teixeira
      Percussão
    • Manuel Campos
      Percussão
    • Jonathan Ayerst
      Piano
    • Vítor Pinho
      Instrumentista convidado - Piano
    • Carla Bos
      Instrumentista convidado - Harpa
  • Obras relacionadas

      • Ordernar por

    • more
  • Ver & Ouvir

    Entrevistas, vídeos promocionais, galerias de imagens e trechos musicais


  • Documentos

    Documentos associados

  • Artigos

    Loja Casa da Música

    • Remix Ensemble Casa da Música (CD duplo)
      • 15,00 €
      Saber Mais