Hot Spots
São espaços, instalações e objectos de carácter interactivo de utilização livre na Casa da Música. Explorá-los é o convite que lhe formulamos. Associando tecnologia e música, estes Hot Spots proporcionam uma descoberta intuitiva e imediata de novas possibilidades sonoras, permitindo experiências ligeiras ou mais profundas de realização musical.
  • Digitópia

    Esteja à vontade. A Digitópia é um espaço de utilização livre onde não é preciso convite formal para chegar, sentar e mexer – individualmente ou em grupo, todos podem ocupar esta sede de recursos tecnológicos e digitais da Casa da Música, disponível para experiências de criação musical superficiais e pontuais ou mais complexas e continuadas.

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  • Sonorium

    Imagine que os seus braços e pernas, todo o corpo, são as teclas do piano, as cordas do violino. Imagine que, andando e acenando, sozinho ou acompanhado, a sala vazia enche-se de vozes, ruídos. Agora não imagine – faça. Aqui o som anda a toque do seu movimento.

  • Old New Electronic Music Sessions

    Uma novidade na Casa da Música, as Old New Electronic Music Sessions, realizadas na Digitópia, são uma provocação sobre a apropriação e a reutilização na era das remisturas. Músicos de hoje, alguns bem improváveis, são convidados a criar obra a partir de uma já existente, por sinal bem marcante na história da música electroacústica. No fim destas sessões, abertas à participação do público em geral, as novas obras serão editadas numa colectânea.

  • Gamult

    É um tocar sem toque. E é uma forma inédita de experimentar o gamelão – uma orquestra de percussões originária da Indonésia – através de processos tecnológicos encadeados. Para se entender há que contar a história. Primeiro foi ele, o gamelão javanês, a chegar à Casa; um singular corpo instrumental que, dada a sua natureza delicada e preciosa, não pode estar exposto publicamente em regime de permanência. Esta limitação acabaria por ser contornada, de certo modo, com o Gamelão Robótico: graças a um processo tecnológico de manipulação simples, tornou-se possível a qualquer pessoa explorar, por controlo remoto, alguns módulos de gamelão. Além de colocada à disposição do visitante da Casa, esta aplicação passou a contar em intervenções artísticas, integrando, via online, concertos feitos em locais diferentes e em simultâneo, ou executando peças que exigem capacidades fora do domínio dos músicos.

    Fazemos agora mais um capítulo da história. A Digitópia desenvolveu uma nova forma de o público explorar o conceito do Gamelão Robótico. Eis, então, o estreante Gamult. Com este projecto, a nossa pequena orquestra de robôs- -instrumentistas passa a ser explorada através de uma interface invisível que lê os movimentos das mãos. Passe-as então por esta instalação. Toque no gamelão, mesmo sem lhe tocar.

  • Phonobooth

    Precisa da voz e nada mais. É ela a matéria-prima a processar, em tempo real, numa curiosa cabina sonora instalada na Digitópia. A partir daqui decorre uma experiência criativa e divertida, sendo que tudo o que vocalizar não pode e não será utilizado contra si…