Phonobooth

Regime Livre, todos os dias


Foyer Norte

Precisa da voz e nada mais. É ela a matéria-prima a processar, em tempo real, numa curiosa cabina sonora instalada na Digitópia. A partir daqui decorre uma experiência criativa e divertida, sendo que tudo o que vocalizar não pode e não será utilizado contra si…

Tendo como inspiração uma máquina de jogos arcade, a PhonoBooth – um projecto final de estágio de Diogo Moreda, da Universidade Católica Portuguesa – permite ao utilizador fazer com a voz o que bem entender e atribuir-lhe as sonoridades que bem desejar. Posto isto, expresse-se à vontade – declame um poema, dê um grito de guerra, brinque com palavras ou emita ruídos, suspire ou assobie. Graças a um microfone e vários dispositivos de interacção, o seu registo vocal vai adquirir efeitos electrónicos. Além de poder distorcer, acelerar, arrastar ou alterar a altura e o tom da voz, tudo o que vocalizar pode ser gravado, reutilizado, tocado e misturado, dando azo a composições sonoras mais elaboradas ou à mera adopção de uma voz robótica, alienígena, animalesca, o que quiser…