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  • Natural de Berlim, Christiane Libor frequentou a Escola Superior de Música Hanns Eisler. Prosseguiu estudos com Dietrich Fisher-Dieskau, Julia Varady, Hans Hotter e Brigitte Fassbaender.

    Interpretou obras emblemáticas do repertório sob direcção dos mais conceituados maestros, incluindo Philippe Auguin, Asher Fisch, Philippe Jordan, Kurt Masur, Ingo Metzmacher, Marc Minkowski, Helmuth Rilling, Sebastian Weigle, Simone Young e Jaap van Zweden.

    Em 2021/22, desempenha o papel de Brünnhilde, na mais recente produção de Brigitte Fassbaender de A Valquíria no Tiroler Festspiele Erl, e o papel principal de Fidelio, em interpretações com a Filarmónica de Los Angeles e direcção de Gustavo Dudamel. Regressa à Ópera de Leipzig para cantar Die Feen, dirigida por Christoph Gedschold, e é solista na Nona Sinfonia de Beethoven com Sylvain Cambreling e a Sinfónica de Hamburgo.

    Em 2019/20, interpretou Fidelio com Asher Fisch e a Orquestra Sinfónica do Oeste Australiano, o segundo acto de Tristão e Isolda com Steven Sloane e a Sinfónica de Bochum, a Nona Sinfonia de Beethoven com Sylvain Cambreling e a Sinfónica de Hamburgo e Quatro Últimas Canções com Georg Fritzsch e a Badische Staatskapelle, em Karlsruhe.

    Dos momentos altos das temporadas anteriores destacam-se: A Valquíria sob direcção de Jaap van Zweden, numa produção de Vera Nemirova para o Festival de Páscoa de Salzburgo, em digressão no Teatro Poly de Pequim; as três Brünnhilde n’O Anel do Nibelungo, em apenas quatro dias, na Ópera de Leipzig e com direcção de Ulf Schirmer; a estreia do papel de Kundry em Parsifal para a Ópera de Estugarda, numa produção de Calixto Bieito com direcção de Sylvain Cambreling; uma nova produção de O Holandês Voador com a Ópera de Leipzig; A Valquíria, tanto com a Ópera de Fankfurt, sob a orientação de Sebastian Weigle, como em concerto com a Filarmónica da BBC, dirigida por Omer Meir Wellber; e o papel principal em Ariadne auf Naxos nas Óperas de Seattle e Estugarda.

    A estreia norte-americana de Christiane Libor deu-se na Ópera de Seattle, em 2012/13, enquanto Leonore em Fidelio de Beethoven. Na mesma temporada cantou o papel principal em Jenůfa de Janáček, no Teatro do Estado de Tirol, em Innsbruck. Apresentou também Das Liebesverbot, em versão de concerto, com a Ópera de Frankfurt; Tannhäuser, na Ópera de Graz; O Crepúsculo dos Deuses sob a direcção de Philippe Jordan, na Ópera de Paris; e novamente Das Liebesverbot de Wagner, em Bayreuth e Leipzig.

    Christiane Libor foi solista convidada da Orquestra Sinfónica da Rádio de Berlim (Sinfonia n.º 14 de Chostakovitch com Marek Janowski), da Sinfónica da Nova Zelândia (Quatro Últimas Canções de Strauss com Edo de Waart) e da Filarmónica de Berlim (Paixão segundo São Lucas de Penderecki com Antoni Wit). Enquanto Artista em Residência no Festival Bard, em 2010, juntou-se a Leon Botstein e à Orquestra Sinfónica Americana para uma série de programas, onde cantou obras como Altenberg Lieder de Berg, O Livro dos Sete Selos de Schmidt e Sancta Susanna de Hindemith.

    É Professora Associada na Universidade de Música de Karlsruhe, Alemanha.

     


    2022

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