23 out 2022 domingo 21:00
Sala 2
Steve Bernstein Sexmob · Hugo Carvalhais - "ASCETICA"
Outono em Jazz
23 - Outono em Jazz: Hugo Carvalhais Trio | Steve Bernstein Sexmob
  • STEVE BERNSTEIN SEXMOB

    STEVEN BERNSTEIN trompete
    BRIGGAN KRAUSS saxofone alto
    TONY SCHERR baixo
    KENNY WOLLESEN bateria

     

    HUGO CARVALHAIS – ASCETICA

    HUGO CARVALHAIS contrabaixo
    GABRIEL PINTO piano, órgão e sintetizador
    MÁRIO COSTA bateria

     

    Ainda a prosperar e a evoluir mesmo 25 anos após a sua fundação, o visionário quarteto Sexmob continua a romper todas as noções pré-concebidas do que uma formação de jazz instrumental pode ser. Emergindo da cena de Knitting Factory de meados dos anos 90, o trompetista Steve Bernstein, o saxofonista Briggan Krauss, o baixista Tony Scherr e o baterista Kenny Wollesen mudaram as regras do jogo com a crueza do seu groove e swing, arranjos infinitamente inventivos e um tumultuoso sentido de humor, combinados com os seus altos padrões musicais. Desde a estreia em 1998, o quarteto construiu laços artísticos duradouros e uma química que o mantém fresco e surpreendente. Dotado de um espírito moderno que assenta nas raízes do jazz e da canção americana, Sexmob continua a traçar novos caminhos na música criativa do século XXI.

    Considerado um dos mais talentosos e sui generis contrabaixistas da sua geração, após um hiato de sete anos sem gravar qualquer álbum em nome próprio, Hugo Carvalhais, um dos segredos mais bem guardados do jazz português, apresenta um novo trabalho. Ascetica (2022, Clean Feed Records) é um mergulho no interior de nós mesmos e nas profundezas da consciência. É nesse local insondável que, desde a aurora dos tempos, nos confrontamos com o mistério, a beleza, o medo, o maravilhamento, a luz e as trevas. Hugo Carvalhais delineia uma música viva, com uma respiração própria, marcada pela indefinição e ambiguidade da sua cartografia sonora tão distinta e pessoal. Por não se definir claramente, esta música é sólida e etérea, intemporal e contemporânea, onírica e desperta, assente tanto em quem a faz como em quem a ouve, questionando de igual modo passado e futuro. Música que coloca o ser humano no centro da arte e a arte na definição tanto daquilo que é o seu tempo como daquilo que é intemporal.

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