Pierre-Laurent Aimard (França, 1957) - Artista em Residência

Pierre-Laurent Aimard (França, 1957) é aclamado como uma figura-chave da música do nosso tempo e, desde muito novo, como um importante pianista. Em 2017 recebeu o prestigiado Prémio International de Música Ernst von Siemens.

Apresenta-se ano após ano com as principais orquestras mundiais e grandes maestros. Tem sido convidado para várias residências como curador, director e instrumentista – Carnegie Hall e Lincoln Center de Nova Iorque, Alte Oper de Frankfurt, Festivais de Lucerna, Tanglewood e Edimburgo, Mozarteum de Salzburgo, Cité de la Musique em Paris, Southbank Centre (Londres), Concertgebouw de Amesterdão, Konzerthaus de Viena. Foi Director Artístico do Festival de Aldeburgh (2009-16), onde apresentou o Catalogue d’oiseaux de Messiaen numa série de concertos realizados do amanhecer à meia-noite. Apresenta-se em recital regularmente em muitas das salas mais prestigiadas do mundo.

Pierre-Laurent Aimard estudou no Conservatório de Paris com Yvonne Loriod e em Londres com Maria Curcio. Ganhou o 1º Prémio no Concurso Messiaen (1973), com apenas 16 anos, e três anos depois foi nomeado por Pierre Boulez pianista solo do Ensemble Intercontemporain. Colaborou com grandes compositores como Ligeti, Kurtág, Stockhausen, Carter, Boulez e George Benjamin. Ensina na Hochschule de Colónia e em workshops e palestras pelo mundo. Artista exclusivo Pentatone, sua discografia tem sido internacionalmente aclamada e premiada.

Ao longo da sua residência na Casa da Música, em 2020, o pianista francês apresenta- -se ao lado da Orquestra Sinfónica e do Remix Ensemble e regressa no final do ano com um recital a solo. Começa por dividir o palco com o Remix Ensemble para apresentar a obra-prima Les Oiseaux Exotiques de Messiaen, mais tarde junta-se à Sinfónica para Couleurs de la Cité Céleste, uma obra de carácter religioso, como o é também Vingt Regards sur l’Enfant Jésus, a obra com que se despede desta residência já na quadra natalícia. Pelo meio, participa activamente no festival Música & Revolução, dedicado à escola espectralista e aos compositores que empreenderam uma busca por um novo paradigma musical centrado apenas nos sons. Aqui se inclui a primeira audição em Portugal de Le désenchantement du Monde, obra de Tristan Murail escrita com o virtuoso solista francês em mente, e também L’origine du Monde de Hugues Dufourt, onde a orquestra é explorada como uma extensão do próprio piano.

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